GUZERÁ

ZEBU: deriva de “Zri-Bhu” que significa “matriz sagrada”, ou “terra sagrada”, ou simplesmente “gado sagrado”.

 

BOI: é uma palavra indiana. Deriva do sânscrito “bhus”, cujo significado é vaca ou terra, símbolo da fortuna e da fecundidade. A vaca simboliza a fecundidade da terra, daí ser objeto de culto.

 

GUZERÁ: É um tipo de zebu de grande porte. Na Índia, de onde é originário  (região noroeste), dentre algumas denominações a mais comum é KANKREJ. Da província de Gujarats, Guzerate ou Guzerát, vieram os Kankrej, “o gado de GUZERÁ”, daí a origem deste nome em nosso meio, devido a grande diferença das línguas e o zebu ser pouco conhecido dos criadores nacionais.

 

ANIMAL MILENAR: há indícios do guzerá com as características atuais, em ruínas datadas de mais de 3.000 anos a.C. Daí, ser uma raça ancestral. Geneticamente definida.

Não tem variedades genéticas.

 

O GUZERÁ É UMA RAÇA CONSIDERADA DE DUPLA APTIDÃO: produz leite e carne, além de servir na lavoura como animal de tração, motivos pelos quais foi introduzido no Brasil nas lavouras de café fluminenses, vindo dali a se espalhar pelo país afora.

Ganhou a maioria das provas de ganho de peso de que participou.

Há vacas com alta performance na produção de leite, podendo ultrapassar 6.000 Kg por lactação.

 

A RUSTICIDADE GUZERÁ: nas regiões de origem, as temperaturas oscilam entre 5° e 50° C e os índices pluviométricos não passam de 600 mm ao ano, podendo chegar a apenas 200 mm. 

Capaz de andar longas distâncias sob sol escaldante à procura de água e alimento.

Passo longo, firme, com características distintas entre a linhagens de corte e de leite.

Única raça que sobreviveu produtivamente durante os anos consecutivos de seca no Nordeste brasileiro (1.978 a 1.983).

 

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DO GUZERÁ: a efígie do GUZERÁ é distintivo do Ministério da Agricultura da índia, sendo essa raça apontada como a “melhoradora das demais raças”.

Primeiro lugar em rendimento de carcaça e conversão alimentar.

Maior crescimento pré-desmama entre as raças zebuínas.

 

O ÍNDICE DE NATALIDADE GUZERÁ: Pode chegar a 90% a depender da região e oferta alimentar. 

 

A CARCAÇA GUZERÁ: O rendimento da carcaça do guzerá é de cerca de 54%.

 

A CARNE GUZERÁ: Excelente. Ganhadora de concursos, inclusive no âmbito dos Estados Unidos. Não tem marmorizado de colesterol.

 

O LEITE GUZERÁ: Tem ótimo rendimento para fabricação de queijos, possui menos água e mais matéria seca, ótimo sabor e rendimento 50% maior do que os das raças de clima frio.

 

CARACTERÍSTICAS:

 

OS CHIFRES GUZERÁ: em forma de lira, típicos da raça, direcionamento para frente antes de voltarem para trás, com variantes, porém, sempre em lira.

 

A PELAGEM GUZERÁ: Varia entre branca-acinzentada, passando pelas várias matizes de cinza, chegando até o azulêgo.

 

O CHANFRO GUZERÁ: Médio e proporcional a estatura dos animais, largo, com narinas dilatadas, testa com prato de sub-convexo a retilíneo.

 

AS ORELHAS GUZERÁ: São médias e com formato de colher de pedreiro, fecham para a face, com pequena reentrância na borda inferior, sem dobraduras.

 

O OLHAR GUZERÁ: Altivo, imponente, cabeça erguida.

 

GUZERÁ É KANKREJ |  KANKREJ É GUZERÁ

 

 

FAZENDA PARAÍBA

BARROCÃO DE BAIXO - BARREIRAS – BAHIA

O BERÇO DO VERDADEIRO GUZERÁ

 

Galeria de fotos

Guzerá:

Cruzamento Sindi x Guzerá

Cruzamento Droughtmaster x Guzerá

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