SINDI

            Há muita divergência quanto à grafia do nome desta importante raça zebuína. Wallace, em seu clássico trabalho de 1888, usa o termo Sindi para designar a raça Vermelho do gado Lover Sindi, ao passo que o capitão R. W. Little-Wood escreveu em seu livro de uma forma um pouco mais complicada: Scindh. Os autores modernos de língua inglesa chamam a raça de Red Sindhi, expressão que veio a ser adotada pelos zootecnistas da F.A.O., Ralph Phillips e R. Joshi.

            No Brasil está se vulgarizando a expressão Red Sindhi, o que não nos parece muito acertado. A raça vem-se adaptando perfeitamente em nosso país, como aconteceu com as demais variedades indianas; podemos mesmo falar em naturalização desse gado, motivo pelo qual deve-se igualmente nacionalizar o seu nome, adotando a forma mais simples Sindi, e abandonando o adjetivo “vermelho”, perfeitamente dispensável.

 

ORIGEM

           A raça Sindi originou-se na parte norte da província de Sind, no atual Paquistão.

 

ÁREA GEOGRÁFICA

           A região do Sind começa sob o Trópico de Câncer e está compreendida entre 24° e 30° de latitude norte e 65° a 70° de longitude leste de Greenwich. É plana e baixa no sul mas montanhosa no norte e a oeste, com altitudes de 900 a 1.300 metros. A zona Kohistan se estende por grandes vales situados entre cordilheiras que se prolongam em direção norte-sul. O solo varia, predominando os pedregosos e arenosos. As culturas dependem dos mananciais das montanhas. Estas estão geralmente desprovidas de vegetação e sua composição é em grande parte de pedra calcária. As partes dos vales não cultivadas estão cobertas de plantas herbáceas e arbustivas.

 

CLIMA

         O clima da região do Sind apresenta-se semiárido, pois as precipitações anuais variam de 250 a 300 milímetros, sendo as chuvas mais frequentes entre julho e outubro e raras no inverno.

         A temperatura diurna não varia muito na maior parte do território, e no inverno apresenta a média de 17° a 20°C; de maio a julho varia de 31°C a 33°C; máxima absoluta, 46°C-48°C e mínima absoluta, 1,6°C e 4,5°C. Os ventos sopram geralmente do sudoeste durante os meses de abril e setembro, com uma velocidade de 43 a 54 quilômetros por hora. Nos demais meses, predominam os ventos do norte, os quais sopram com uma velocidade de 8 a 16 km/h.

 

VEGETAÇÃO

         As culturas estão na dependência do solo e das facilidades de irrigação, sendo as principais o arroz, sorgo, leguminosas, trevos, trigo, linho e algodão.  A palha e os talos destas plantas constituem a maior parte da alimentação do gado.  Não há prados ou pastagens artificiais, mas se acham descobertas de pastos às terras não adequadas ao cultivo ou em que abundam árvores. Nas margens dos cursos d’água há bosques formados por algumas espécies de árvores utilizadas para lenha.

 

PRÁTICAS CRIATÓRIAS

          A maior parte dos criadores são nômades pertencentes à tribo dos Malders, que conduzem o gado de um lugar para outro em busca de pasto. Na zona do Kohistan o gado é mantido exclusivamente em regime de pastoreio, em campos naturais ou capoeiras. Permanece, pois, a campo, se, qualquer abrigo das intempéries e inclemência do clima. Nas aldeias os lavradores mantem o gado em pastos e com subprodutos e restos de colheitas. Recentemente, os grandes proprietários de terra, interessados na criação de gado, começaram a cultivar espécies forrageiras, como trevo egípcio, aveia, milho, sorgo, alfafa e feijões. 

         Como as forragens são escassas, os criadores recorrem, em grande parte, aos concentrados, especialmente para as vacas de lactação. A ordenha é feita duas vezes ao dia, ocasião em que são distribuídos os alimentos. Embora as vacas sejam muito dóceis e fáceis de serem ordenhadas sem a cria, não se faz a desmama precoce.

         Os proprietários do gado são muito cuidadosos e raramente se desfazem dos touros realmente bons. Os bezerros machos das vacas de baixa produção são castrados quando atingem dois anos e remetidos para pastos afastados; muitas vezes são vendidos como bois de trabalho ou até para açougueiros.

 

O SINDI NO BRASIL

         Acredita-se ter sido provavelmente Sindi o reprodutor recebido na Bahia, em 1850, pelo Visconde de Paraguaçu; na falta de fêmeas do mesmo tipo, é evidente que seu sangue tenha se diluído na vacada crioula.

          Pouco depois, provavelmente entre 1854 e 1856, de conformidade com a carta que JOAQUIM CARLOS TRAVASSOS dirigiu em 1906 ao Jornal dos Agricultores, entraram na     Serra-Abaixo, expressão utilizada para designar a Baixada Fluminense, casais da variedade Sindi. O ilustre zootecnista os descreve como sendo animais de pequeno porte, não excedendo 1 metro e 30 no cupim, porém reforçados, em especial as vacas, “produtoras de excelente e abundante leite”.

          TEÓFILO DE GODOY em 1903 ficou conhecendo e soube apreciar esta raça, tanto que 3 anos mais tarde estava disposto a importá-la, juntamente com a Nelore, a Guzerá e a Hissar, conforme anúncios de sua viagem. Dentre os animais importados por Francisco Ravísio Lemos e Manoel Oliveira Prata, em 1930, foram identificados mais de um reprodutor Sindi e várias fêmeas.

 

PLANOS PARA A AMAZÔNIA

            O agrônomo Felisberto de Camargo, quando diretor do Instituto Agronômico do Norte, situado no Pará, vinha procurando solucionar a questão da produção de carne e leite para as populações da Amazônia.

 -           Em 18 de maio de 1948, apresentou à comissão executiva do Instituto da Hiléia Amazônica um trabalho intitulado “Sugestões para o Soerguimento Econômico do Vale Amazônico.

 

IMPORTAÇÃO DE 1952

          O programa de trabalho teve aprovação do ministro Daniel de Carvalho e as medidas preliminares se processaram pelo espaço de quase quatro anos.

           Cumpridas as formalidades, Dr. Felisberto de Camargo seguiu para o Paquistão. Durante meses percorreram as zonas de criação, especialmente aquelas em que predominavam o gado Sindi, o Sahiwal e o Tharparkar; estudando esses tipos zebuínos, comprando rebanhos e analisando registros de produção.

           É interessante conhecer as razões pelas quais o diretor do I.A.N. deu preferência à raça Sindi, em vez da Sahiwal ou da Tharparkar, detentoras de fama como produtoras leiteiras. Para isso, julgamos conveniente transcrever sua própria informação: “Entre as raças bovinas asiáticas, a Sindi foi escolhida por ser a mais pura de todas as raças existentes no Oriente. Representa a última palavra, a raça mais fina, a casta mais nobre de todas as castas de gado introduzidas e disseminadas através do Paquistão e da Índia, pelos primeiros criadores de gado que a história revela. A raça Sindi e a Guzerá são, aliás, as duas raças introduzidas pelos arianos no vale do rio Híndus, três mil anos antes de Cristo, conforme se pode verificar, examinando os selos da cidade de Mohenjo-Daro, três vezes soterrada. O Guzerá de chifres alirados foi o tipo que se tornou sagrado em toda a índia. O Sindi é um gado de chifres pequenos. Fruto de milhares de anos, fruto do trabalho de uma das mais velhas civilizações do mundo, a raça zebu leiteira mais nobre entre todas as raças bovinas leiteiras que se criaram nas terras da Ásia, através de cinco mil anos. O Sindi, ou gado vermelho do Sind, é o gado nacional do Paquistão, conservado em estado de relativa pureza, graças à situação de isolamento criada pelos desertos que rodeiam o centro de criação desse rebanho”.

 

OS ANIMAIS ADQUIRIDOS

         O plantel de gado Sindi adquirido no Paquistão compunha-se de 31 cabeças, entre machos e fêmeas. Um lote de seis animais – três casais- foi obtido em dois estabelecimentos oficiais, a saber: Fazenda de Seleção de Gado Sindi (Central Governmeflt Red Sindhi Cattle Breeding Farm), em Malir, pertencente ao Governo Federal e na Fazenda de Seleção de Gado Sindi (Governmeflt of Sind Red Sindhi Farm), repartição do Estado do Sindi, localizada em Mirpurkas. Os restantes, em número de 25 exemplares, são produtos de criações particulares da Patel Farm e da Sitari Farm. São todos animais de perfeita caracterização, os touros pertencem às melhores linhagens leiteiras daquele país. A eles foram dados em Fernando de Noronha, para efeito de identificação, os prefixos RS.1, RS.2 e RS.3 e os nomes Abu-Khafl, Gengis KhaIl e Nur-Khan, respectivamente. As fêmeas receberam igualmente os prefixos RS e o número de ordem correspondente. Eram 10 vacas e 15 novilhas.

        Felisberto de Camargo resolveu adquirir às suas expensas e com parte dos dólares que recebeu como bolsa concedida pela Fundação Rockefeller para realização dessa viagem, três novilhas recém da Paak Livestock Agency, para oferece-las à Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz” de Piracicaba, onde se formou, ficando assim completada a carga do avião na segunda viagem.

        

A VIAGEM

          Os Sindi vieram por via aérea. O transporte foi feito pela Eagle Aviation Lted, companhia inglesa com sede em Londres; o avião escalou em Aden, no golfo pérsico, em Khartoum, no Sudão, em Kano, na Nigéria, em Dakar, no Senegal, descendo finalmente na ilha Fernando de Noronha; para reabastecimento, voou até Natal. Efetuou duas viagens; a primeira leva constituída de 16 cabeças desembarcou dia 14 e a segunda, em que vieram 12 fêmeas e os 3 machos, em 28 de outubro de 1952, datas que passaram a fazer parte da história do Zebu no Brasil.

 

O PLANTEL DE PIRACICABA

         O gesto edificante de Felisberto de Camargo, comprando às suas expensas um terno de novilhas Sindi, permitiu a formação de um núcleo de gado puro na Escola de Piracicaba, pois não foi difícil a obtenção de um touro pelo Ministério. Pedido por intermédio do governo do Estado. Pouco depois da liberação do gado, o Instituto Agronômico do Norte despachou para o Rio de Janeiro, a bordo do vapor Parnaíba, o lote constituído do touro Salar II e três fêmeas: RS.12; RS.22 e RS.28. A primeira vinha com um bezerro já desmamado, registrado sob o nome Colorado.

          Desembarcados no Rio de Janeiro, vieram para São Paulo pela Central do Brasil, aqui chegando no dia 10 de janeiro de 1955. Cinco dias mais tarde, a reprodutora RS.12, deu o seu segundo bezerro, que foi por nós escrito sob o n.° 692, as folhas 292 do livro de registro provisório de animais importados. Entretanto, essa fêmea, talvez a melhor do lote, morreu 16 dias mais tarde, já em Piracicaba..

          Reduzido a um touro, duas vacas, um garrote e um bezerro órfão, o plantel cresceu lentamente, e os primeiros produtos nascidos de Piracicaba foram do sexo masculino. A reprodutora RS.22 revelou-se boa leiteira, ao contrário da RS.28, que em suas três lactações produziu pouco leite, em desacordo com a fama da raça.

 

O REBANHO DE NOVO HORIZONTE

          A importação efetuada em 1952 para o Instituto Agronômico do Norte, despertou interesse pela raça, tida por muitos autores como uma das melhores variedades leiteiras da região da Índia, que constitui hoje a República do Paquistão. Assistindo na água Branca a exibição de um filme sobre viagem de estudos e observações na terra de Gandi, um dos criadores presentes, o Sr. José Cezário de Castilho, verificou a semelhança entre os animais apresentados como pertencentes à raça peculiar ao Estado do Sind e outros que possui em sua fazenda no município de Novo Horizonte.

          Pouco depois solicitou o exame de seu rebanho, tendo em vista a identidade dos tipos e características existentes. Uma comissão de zootecnistas do Departamento de Produção Animal dirigiu-se à Fazenda Tabaju e dessa inspeção resultou a confirmação da existência, no Estado, de um plantel de sangue predominantemente Sindi, fato até então completamente ignorado.

          Os animais descendiam de um garrote e algumas fêmeas trazidas na famosa importação de 1930, realizada por Francisco Ravisio Lemos e Manoel de Oliveira Prata, e adquiridos pelo Sr. João  Pereira de Lima, criador do município de Jardinópolis, próximo a Ribeirão Preto. Acreditando que se tratasse de indivíduos sem raça definida, vendeu-os alguns anos mais tarde. Levados para a fazenda da araraquarense, multiplicaram-se naturalmente e permaneceram completamente isolados, fato que em janeiro de 1959 havia na fazenda de Nova Odessa 74 animais da recente descoberta. Os técnicos paulistas chegaram a ver o velho touro, então com cerca de 25 anos de idade e já inútil para reprodução, mas cuja longa existência garantiu certa uniformidade ao rebanho e razoável caracterização dentro do padrão racial. Acreditamos que fosse ele, provavelmente, do ponto de vista étnico, o melhor do grupo, ou seja, superior às fêmeas que o acompanharam.

  

TRANSFERÊNCIA PARA NOVA ODESSA

          O Departamento de Produção Animal e o criador José Cezáreo de Castilho entraram em acordo, a fim de organizarem uma criação em regime de parceria. Na fazenda Novo Horizonte, o rebanho de cerca de uma centena de cabeças, foram escolhidas 30 reprodutoras que pelo seu tipo e caracterização melhor se enquadravam no padrão da raça Sindi. Após os exames de soro-aglutinação para diagnóstico da brucelose e da prova de tuberculina, as fêmeas foram transferidas em 19 de outubro de 1956 para a Fazenda de Seleção de Gado Nacional, em Nova Odessa, onde passaram a ser padreados pelo touro Colorado, trazido de Sertãozinho onde estava servindo para cruzamentos. Pelo convênio afirmado entre as partes, ficou estabelecido que os animais nascidos nos primeiros 9 meses, 25% caberiam ao Estado, e que os nascidos depois desse prazo, portanto filhos do reprodutor puro do Governo, tanto machos como fêmeas, fossem repartidos na base 50% para o criador e outro tanto para o D.P.A.. Decorridos alguns anos, o rebanho voltaria para a fazenda particular.

           Em janeiro de 1959 havia na fazenda Nova Odessa 74 animais de sangue Sindi, assim distribuídos: 1 touro, 28 vacas, 12 garrotes, 17 novilhas e 6 bezerros. Grande parte das fêmeas encontrava-se em gestação, fazendo prever elevado índice de nascimentos.

 

CARACTERÍSTICAS DA RAÇA SINDI

          Os animais da raça Sindi são em geral pequenos, de bela aparência, adequados para regiões de poucos recursos alimentares, onde seria difícil a manutenção de animais de grande porte.

          A cabeça é pequena e bem proporcionada, de perfil convexo, as vezes com protuberância que parece resultado da infusão de sangue Gir. Os chifres são grossos na base e crescem para os lados, encurvando-se para cima. As orelhas tem tamanho médio e são caídas, com 25 a 30 centímetros de comprimento e 15 de largura. Adaptam-se facilmente a diferentes condições de clima e solo. São compactos, tendo os quartos traseiros arredondados e caídos.

          O pescoço é curto e forte, mas delicado nas fêmeas; barbela de tamanho médio, mas desenvolvida no macho com bainha pendulosa. O cupim é médio e pequeno nas fêmeas e relativamente grande nos machos, apresentando-se firme e bem colocado sobre a cernelha.

          A pelagem é vermelha, variando no mais escuro ao amarelo-alaranjado; observam-se às vezes pintas brancas na barbela, na testa e no ventre, mas não tem manchas grandes. Os touros têm as espáduas e coxas em tonalidades mais escuras. Ao redor do focinho, no úbere, no períneo e ao redor das quartelas a pelagem apresenta tonalidades mais claras. Nesta raça o branco é recessivo, aparecendo ocasionalmente mesmo nos rebanhos puros mas não é apreciado. A pele, levemente solta, é recoberta de pelos finos, macios e luzidios, a pigmentação da pele e das mucosas é escura. A cauda é fina, longa, terminada por vassoura abundante, de cor escura ou negra.

          O tronco é profundo, compacto, porém longo e tendendo para o cilíndrico; linha dorso-lombar reta e quase horizontal; dorso e lombo bem musculados, garupa arredondada, mas inclinada. O úbere é volumoso, com tendência a se tornar pendente; tetos muitas vezes grossos.

        Os membros são curtos, finos, de ossatura delicada, bem feitos e corretamente aprumados; as articulações são pouco volumosas.

Período de gestação: Littlewood, zootecnista inglês, diz que os criadores indianos calculam o período da gestação da vaca em 285 dias.    

Peso ao nascer: Segundo os autores indianos, os bezerros machos Sindi nascem pesando de 19 a 22 quilos e as fêmeas de 17 a 20 kg.

 

PADRÃO DA RAÇA SINDI

          Cabeça – pequena, curta, bem proporcionada.

          Perfil – Subconvexo.    

          Testa – Pouco proeminente, moderadamente larga.

          Chifres – Curtos e grossos, principalmente nos touros; nas vacas são mais finos e delicados. Saem para os lados e para cima encurvando-se para dentro.

          Orelhas – De tamanho médio, largas e um pouco pendentes.

          Olhos – Grandes, bem afastados, escuros, revelando mansidão.

          Chanfro – Reto, sendo curto e largo no macho e mais comprido e fino nas fêmeas.

          Focinho – Preto, largo, com narinas amplas, denotando grande capacidade respiratória.

          Pelagem – Vermelha, vermelha escura, retinta ou castanha sendo mais escura nos machos, principalmente nas extremidades; tonalidade mais clara ao redor do focinho, na barbela nas axilas, ventre e pequenas manchas brancas no ventre ou flanco.

          Couro – Solto, maleável, fino e macio.

          Pele – Sempre escura ou preta, revestida de pelos finos e curtos.

          Mucosas – Ordinariamente pretas ou escuras.

          Cascos – Pretos, duros e resistentes.

          Cauda – Bem implantada, de inserção baixa; fina e longa.

          Vassoura – Curta e grossa no macho, fina e delicada na fêmea.

          Barbela – Bem desenvolvida, fina e pregueada, prolongando-se até debaixo do maxilar.

          Peito – Largo e profundo, indicando grande capacidade respiratória.

          Cupim – Bem desenvolvido, principalmente no macho, colocado um pouco adiante da cernelha.

          Membros – Curtos, bem afastados, com ossatura fina e forte; bons aprumos.

          Tórax – Largo, alto e profundo.

          Costelas – Compridas, afastadas e bem arqueadas.

          Dorso – Reto, largo e bem musculado. 

          Garupa – Um pouco alta, ligeiramente inclinada.

          Sacro – Pouco saliente.

          Umbigo – Não deve ser muito desenvolvido nem bainha muito pendente.

          Úbere – Deve ser bem desenvolvido, com tetos de tamanho médio, bem colocados, finos e macios.

          Índole – Dócil, sobretudo na fêmea.

          Aparência Geral – Sadia, vigorosa, denotando vivacidade; conformação própria de animal tipo leiteiro.

 

Galeria de fotos

SINDI:

Cruzamento Sindi x Guzerá:

Cruzamento Sindi x Jersey

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